sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Não esqueça!

:(

Sol e Lua... Uma grande história de Amor.



"Quando o Sol e a Lua se encontraram pela primeira vez eles apaixonaram-se perdidamente 
e a partir dai comecaram a viver um grande amor. 
Acontece que o mundo ainda nao existia 
e no dia em que Deus resolveu cria-lo 
deu ao Sol e a Lua o toque final: O BRILHO! 

Ficou tambem decidido 
que o Sol iluminaria o dia 
e que a Lua iluminaria a noite. 

Sendo assim, o Sol e a Lua 
seriam obrigados a viverem 
separados para sempre. 

Abateu-se sobre eles 
uma grande tristeza 
quando tomaram conhecimento 
de que nunca mais se encontrariam. 

A Lua foi ficando cada vez mais amargurada 
mesmo com o brilho que Deus lhe havia dado 
tornando-se cada vez mais solitaria. 

O Sol, por sua vez havia ganho um titulo 
de nobreza, o de "Astro-Rei", mas isso 
tambem nao o fez feliz. 

Deus entao chamou-os e explicou-lhes: 

"Voces nao devem ficar tristes, porque agora 
ambos possuem um brilho proprio". 

"Tu Lua, iluminaras as noites frias e quentes 
encantaras os namorados, e seras diversas vezes 
motivo de poesias". 

"Quanto a ti Sol, sustentaras o titulo de "Astro-Rei" 
porque seras o mais importante dos astros 
iluminando a terra durante o dia e fornecendo calor 
para o ser humano. E a tua simples presenca 
fara com que as pessoas sejam mais felizes". 

A Lua entristeceu-se muito com o seu terrivel destino 
e chorou dias a fio... Ja o Sol ao ve-la sofrer tanto 
decidiu que nao poderia deixar-se abater, pois teria 
que dar forcas a Lua, e ajuda-la a aceitar o que havia 
sido decidido por Deus. 

No entanto a preocupacao do Sol era tao grande 
que este resolveu fazer um pedido a Deus. 

"Senhor, ajude a Lua por favor. Ela e mais fragil do 
que eu e nao suportara a solidao ...". 

E Deus na sua imensa bondade 
resolveu criar as estrelas para fazerem 
companhia a Lua. 

A Lua sempre que esta muito triste 
recorre as estrelas que tudo fazem 
para a consolar, mas quase nunca conseguem ... 

Hoje Sol e Lua vivem assim ... SEPARADOS. 

O Sol finge que e feliz... 

A Lua nao consegue esconder a sua tristeza ... 

O Sol ainda arde de paixao pela Lua ... 

A Lua ainda vive na escuridao da saudade ... 

Dizem que a ordem de Deus era que a Lua 
deveria ser sempre cheia e luminosa ... 
Mas ela nao consegue isso ... Porque ela e 
mulher, e uma mulher tem fases ... 

Quando feliz consegue ser cheia ... 
Mas quando infeliz e minguante e quanto e minguante 
nem sequer e possivel ver o seu brilho. 

Sol e Lua seguem o seu destino ... 

Ele solitario mas forte ... 

Ela acompanhada pelas estrelas mas fraca ... 

Deus decidiu que nenhum amor neste mundo seria 
de todo impossivel. Nem mesmo o da Lua e o do Sol. 

E foi entao que Deus criou o ECLIPSE! 

Hoje em dia o Sol e a Lua 
vivem a espera desse instante 
desses raros momentos que lhes foram concedidos 
e que custam tanto a acontecer. 

Quando alguem, a partir de agora, olhar para o ceu 
e vir que o Sol encobriu a Lua, e porque ele se deitou 
sobre ela e comecaram a se amar. 

E esse acto de amor se chama ECLIPSE. 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

hhhiihhiihihi



Quimioterapia e beleza "É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro. Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente." Autor e modelos desconhecidos   

Boa noite!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

quem dera todos pensassem assim

As princesas também podem ficar carecas

Verdade!!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Não desisto!




Apesar do movimento do blog não ser como era...tenho tantas saudades desse tempo...continuo aqui muitas vezes sem saber o que escrever mas acabo por colocar mensagens de que gosto e espero que seja do agrado dos poucos que aqui passam!
Obrigado aos resistentes!!!

Grande texto de ANTÓNIO LOBO ANTUNES

ANTÓNIO LOBO ANTUNES




O lugar onde, até hoje, senti mais orgulho em ser pessoa foi o Serviço de Oncologia do Hospital de Santa Maria, onde a elegância dos doentes os transforma em reis. Numa das últimas vezes que lá fui encontrei um homem que conheço há muitos anos. Estava tão magro que demorei a perceber quem era. Disse-me
- Abrace-me porque é o último abraço que me dá
durante o abraço
- Tenho muita pena de não acabar a tese de doutoramento
e, ao afastarmo-nos, sorriu. Nunca vi um sorriso com tanta dor entre parêntesis, nunca imaginei que fosse tão bonito.
Com o meu corpo contra o dele veio-me à cabeça, instantâneo, o fragmento de um poema do meu amigo Alexandre O'Neill, que diz que apenas entre os homens, e por eles, vale a pena viver. E descobri-me cheio de respeito e amor. Um rapaz, de cerca de vinte anos, que fazia quimioterapia ao pé de mim, numa determinação tranquila:
- Estou aqui para lutar
e, por estranho que pareça, havia alegria em cada gesto seu. Achei nele o medo também, mais do que o medo, o terror e, ao mesmo tempo que o terror, a coragem e a esperança.
A extraordinária delicadeza e atenção dos médicos, dos enfermeiros, comoveu-me. Tropecei no desespero, no malestar físico, na presença da morte, na surpresa da dor, na horrível solidão da proximidade do fim, que se me afigura de uma injustiça intolerável. Não fomos feitos para isto, fomos feitos para a vida. O cabelo cresce-me de novo, acho-me, fisicamente, como antes, estou a acabar o livro e o meu pensamento desvia-se constantemente para a voz de um homem no meu ouvido
- Acabar a tese de doutoramento, acabar a tese de doutoramento, acabar a tese de doutoramento
porque não aceito a aceitação, porque não aceito a crueldade, porque não aceito que destruam companheiros. A rapariga com a peruca no braço da cadeira. O senhor que não olhava para ninguém, olhava para o vazio. Ali, na sala de quimioterapia, jamais escutei um gemido, jamais vi uma lágrima. Somente feições sérias, de uma seriedade que não topei em mais parte alguma, rostos com o mundo inteiro em cada prega, traços esculpidos a fogo na pele. Vi morrer gente quando era médico, vi morrer gente na guerra, e continuo sem compreender. Isso eu sei que não compreenderei. Que me espanta. Que me faz zangar. Abrace-me porque é o último abraço que me dá: é uma frase que se entenda, esta? Morreu há muito pouco tempo. Foda-se. Perdoem esta palavra mas é a única que me sai. Foda-se. Quando eu era pequeno ninguém morria. Porque carga de água se morre agora, pelo simples facto de eu ter crescido? Morra um homem fique fama, declaravam os contrabandistas da raia. Se tivermos sorte alguém se lembrará de nós com saudade. De mim ficarão os livros. E depois? Tolstoi, no seu diário: sou o melhor; e depois? E depois nada porque a fama é nada.
O que é muito mais do que nada são estas criaturas feridas, a recordação profundamente lancinante de uma peruca de mulher num braço de cadeira. Se eu estivesse ali sozinho, sem ninguém a ver-me, acariciava uma daquelas madeixas horas sem fim. No termo das sessões de quimioterapia as pessoas vão-se embora. Ao desaparecerem na porta penso: o que farão agora? E apetece-me ir com eles, impedir que lhes façam mal:
- Abrace-me porque talvez não seja o último abraço que me dá.
Ao M. foi. E pode afigurar-se estranho mas ainda o trago na pele. Durante quanto tempo vou ficar com ele tatuado? O lugar onde, até hoje, senti mais orgulho em ser pessoa foi o Serviço de Oncologia do Hospital de Santa Maria onde a dignidade dos escravos da doença os transforma em gigantes, onde só existem, nas palavras do Luís, Heróis.
Onde só existem Heróis. Não estou doente agora. Não sei se voltarei a estar. Se voltar a estar, embora não chegue aos calcanhares de herói algum, espero comportar-me como um homem. Oxalá o consiga. Como escreveu Torga o destino destina mas o resto é comigo. E é. Muito boa tarde a todos e as melhoras: é assim que se despedem no Serviço de Oncologia. Muito boa tarde a todos e até já, mesmo que seja o último abraço que damos.

Ler mais: http://visao.sapo.pt/o-ultimo-abraco-que-me-das=f761252...


Cães Tem Sentimentos Como Crianças


Callie, de 2 anos e meio de idade foi adotada em um abrigo de animais, pelo Neurocientista Gregory Berns. Após ter sido treinada a usar protetores de ouvido e ficar imóvel durante exame de ressonância magnética, ajudou seu tutor a completar um estudo onde os mapas cerebrais gerados pela máquina comprovaram que os cães  tem a capacidade de experimentar emoções positivas, como o amor e apego, o que significa que os cães têm um nível de sensibilidade comparável à de uma criança humana.

Neurocientista Adota Cão e Comprova que Cães Tem

 Para o neurocientista, a capacidade de experimentar emoções positivas, como o amor e apego, significa que os cães têm um nível de sensibilidade comparável à de uma criança humana. E essa capacidade sugere repensar a forma como tratamos os cães.
Isso porque os cachorros têm sido considerados propriedade dos humanos, como se fossem apenas coisas. Mas as novas evidências sugerem que cães e, provavelmente, muitos outros animais (especialmente os primatas) têm emoções como nós. Um sinal de que é preciso repensar o tratamento de animais como propriedades de uma espécie que se acha superior, a dos humanos.
Fonte: Futurity
1adote1adulto

Grande António *

Para ti! *

Verdade!!!

Feliz dia!

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