sábado, 19 de maio de 2012

Diário de um cão


 


1ª Semana:
Hoje faz uma semana que nasci! Que alegria ter chegado a este mundo!

1º Mês:
A minha mãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!

2º Mês:
Hoje separaram-me da minha mãe. Ela estava muito inquieta e com os seus olhos disse-me adeus como que esperando que a minha nova “família humana” cuidasse bem de mim, como ela havia feito.

4º Mês:
Cresci muito rápido. Tudo chama à minha atenção. Existem crianças na casa, são como “irmãozinhos”.

5º Mês:
Hoje castigaram-me. A minha dona zangou-se porque fiz xixi dentro de casa... Mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como durmo na marquise, não aguentei!

6º Mês:
Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido... Creio que a minha família humana me ama muito... Quando estão a comer convidam-me também. O pátio é só para mim e eu estou sempre a fazer buracos na terra, como os meus antepassados lobos, quando escondiam comida. Nunca me educam! Seguramente porque nada faço de errado!

12º Mês:
Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e os meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!!

13º Mês:
Como me senti mal hoje... O meu “irmãozinho” tirou-me a minha bola. Como nunca toco nos seus brinquedos, fui atrás dele e mordi-o, mas como os meus dentes estão muito fortes, magoei-o sem querer. Depois do susto, prenderam-me e quase não me posso mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que me vão deixar em observação (certamente não me vacinaram)... Não entendo o que está a acontecer.

15º Mês:
Tudo mudou... vivo preso no pátio... na corrente... Sinto-me muito só.... a minha família já não me quer... às vezes esquecem-se que tenho fome e sede e quando chove não tenho tecto para me tapar.

16º Mês:
Hoje tiraram-me a corrente. Pensei que me tinham perdoado...Fiquei tão contente que dava saltos de alegria e o meu rabo não parava de abanar. Parece que vou passear com eles. Entrámos no carro e andámos um grande bocado. Quando pararam, abriram a porta e eu desci a correr, feliz, crendo que era um dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram embora... “Esperem!!!” – Lati. Esqueceram-se de mim! Corri atrás do carro com todas as minhas forças... a angustia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham-me abandonado...

17º Mês:
Procurei em vão encontrar o caminho de volta a casa. Sento-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração olham-me com tristeza e dão-me de comer... Eu agradeço com um olhar do fundo da minha alma. Porque não me adoptam? Eu seria leal como ninguém. Porém apenas dizem “Pobre cãozinho, deve estar perdido.”.

18º Mês:
No outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como os meus “irmãozinhos”. Cheguei perto deles e um grupo, aos risos, atirou-me uma chuva de pedras – para ver quem tinha melhor pontaria. Uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos, e desde então não vejo.

19º Mês:
Parece mentira, mas quando eu estava mais bonito as pessoas compadeciam-se mais de mim... Agora que estou mais fraco, com aspecto mudado... perdi o meu olho, as pessoas tratam-me aos pontapés quando pretendo deitar-me à sombra.

20º Mês:
Quase não me posso mexer. Hoje ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles atropelou-me. Pelo que sei estava num lugar seguro chamado sarjeta, mas nunca me vou esquecer do olhar de satisfação do motorista ao faze-lo. Oxalá me tivesse morto... Porém só me partiu as pernas. A dor é terrível, as minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade arrastei-me até uma moita de ervas completamente fora da estrada. Não me posso mover, a dor é insuportável, nunca me abandona. Sinto-me muito mal, estou num lugar húmido e parece que o meu pêlo está a cair. Algumas pessoas passam e não me vêem; outras dizem “Não te aproximes”. Já estou quase inconsciente. Porém uma força estranha fez-me abrir os olhos. A doçura da sua voz fez-me reagir. “Pobre cãozinho, como te deixaram”, dizia. Junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse “Minha senhora, infelizmente este cão não têm remédio que o salve, o melhor é que deixe de sofrer”.
A gentil senhora consentiu com os olhos cheios de lágrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela, agradecendo por me ajudar a descansar... Senti somente a picada da injecção e dormi para sempre, pensando em porque nasci se ninguém me queria...

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Utentes com atestado de incapacidade permanente não pagam taxa

Utentes com atestado de incapacidade permanente não pagam taxa

Medida é aplicada a partir do dia 18 de maio

Todas as pessoas com incapacidade permanente e pretendam renovar o atestado de incapacidade estão, a partir de sexta-feira, isentas do pagamento de 50 euros, define um decreto-lei hoje publicado em Diário da República.
O decreto-lei que anteriormente aprovou os valores a pagar pelos atos prestados nos serviços de saúde previa o pagamento de uma taxa pela emissão do atestado de incapacidade multiuso no montante de 50 euros, mas não considerava as situações de renovação periódica, nem a especificidade dos casos irreversíveis.
Assim, este diploma vem isentar de pagamento de taxa o pedido de renovação do atestado médico de incapacidade multiuso, nas situações de incapacidade permanente, não reversível mediante intervenção médica ou cirúrgica.
Do mesmo modo, define que os valores a cobrar pela renovação dos atestados, nos casos em que a incapacidade não seja permanente nem irreversível, passa dos atuais 50 euros para cinco, em processo de revisão ou reavaliação do grau de incapacidade.
Foi hoje publicado também um despacho que define as regras para a dispensa gratuita de antirretrovíricos aos doentes com VIH/sida: a prescrição por médicos especialistas do Serviço Nacional de Saúde, a obrigatoriedade de os doentes estarem notificadas no centro de vigilância epidemiológica das doenças transmissíveis do Instituto Ricardo Jorge, e o processo de prescrição e os registos dos cuidados prestados serem feitos através do sistema informático do VIH/Sida (SI.VIDA).
O documento estipula ainda que a partir de 01 de dezembro deste ano, as unidades hospitalares deverão usar obrigatoriamente o sistema SI.VIDA.

17 de maio de 2012
@Lusa

Donna Summer morreu na manhã desta quinta-feira, vítima de cancro


Donna Summer morre aos 63 anos

17 de maio de 2012
, avança o site norte-americano TMZ. A cantora de 63 anos, uma das referências do disco sound, estava na Florida, EUA, na altura da morte.
De acordo com fontes próximas, Donna Summer encontrava-se a preparar um novo disco e não revelava muitos pormenores acerca do seu estado de saúde, refere ainda o site TMZ.

A cantora norte-americana, vencedora de cinco Grammy, deixa hits como "I Feel Love", "Last Dance", She Works Hard for the Money" ou "Hot Stuff". A sua colaboração com Giorgio Moroder, iniciada nos anos 1970, é frequentemente apontada como uma das mais influentes da história da música de dança.
LaDonna Adrien Gaines nasceu em Massachusetts, a 31 de dezembro de 1948. Filha de pais cristãos, começou por cantar na igreja antes de integrar bandas locais inspiradas pela soul das Supremes ou pelo psicadelismo de Janis Joplin. A experiência musical alargou-se quando a cantora deixou a sua cidade natal, Boston, para viver alguns anos na Alemanha, onde participou em musicais.
O seu primeiro single, "Sally Go 'Round the Roses" (uma cover das Jaynetts), foi editado em 1971 ainda com o seu nome de batismo, Donna Gaines, mas sem grande repercussão. O álbum de estreia, "Lady of the Night", chegaria três anos depois, já com o nome através do qual se notabilizou.
"Love to Love You Baby", single de 1975, assinalou a primeira colaboração com o produtor italiano Giorgio Moroder e gerou alguma controvérsia devido a conotações sexuais - de acordo com a BBC, a canção continha 23 imitações de orgasmos. O tema também foi marcante por ter sido o primeiro hit disco a ter uma versão mais extensa, alargando para mais de 17 minutos os cerca de três minutos da versão editada para as rádios e discotecas (maioritariamente gay).
Embora este single tenha escalado os tops norte-americanos, "I Feel Love", de 1977, ajudou a levar a música de Donna Summer para fora de portas, tendo sido número 1 no top do Reino Unido. Outra parceria com Moroder, o single abriu caminho para uma série de êxitos mas também para um períondo em que a cantora lidou com problemas de ansiedade e depressão.
Na década seguinte, depois de ser considerada por muitos a rainha do disco sound, experimentou géneros como a new wave, o rock ou o reggae. Nos anos 1990, apesar de ter editado algumas canções originais, apostou sobretudo em compilações. O primeiro (e último) álbum de inéditos em 17 anos, "Crayons", chegou aos escaparates em 2008, ainda que sem uma aclamação comparável à dos primeiros.
De acordo com o site TMZ, Donna Summer estaria a preparar o sucessor de "Crayons" enquanto lidava com um cancro, acerca do qual dava poucas informações. A cantora era casada com Bruce Sudano, vocalista dos Brooklyn Dreams, e tinha duas filhas.
"I Feel Love", um dos êxitos de Donna Summer:

Gustavo encontrou doador :)


PARA TODOS - COMUNICADO 

HOJE É UM DIA DE MUITA ALEGRIA.

COM ENORME GRATIDÃO, COMOÇÃO E SATISFAÇÃO ANUNCIAMOS QUE, APÓS UM LONGO E EXASPERANTE PERÍODO DE ESPERA, FOI ENCONTRADO UM DADOR TOTALMENTE COMPATIVEL COM GUSTAVO.

A TODOS OS QUE SE PREOCUPARAM, QUE PERDERAM HORAS DO SEU TEMPO, QUE FIZERAM QUILÓMETROS E SE SUJEITARAM A FILAS DE ESPERA, QUE DISSERAM PRESENTE, QUE PARTILHARAM A NOSSA DOR E ADERIRAM AO MOVIMENTO DE AJUDA AO GUSTAVO, O NOSSO MUITO OBRIGADO.

FOI DADO UM PASSO MUITO IMPORTANTE PARA CURA DO GUSTAVO

PEDIMOS, TAMBÉM, DO FUNDO DO NOSSO CORAÇÃO, PARA QUE ESTA ONDA DE SOLIDARIEDADE SE MANTENHA E QUE MUITAS MAIS VIDAS SEJAM SALVAS.

CONTINUAREMOS A DAR NOTÍCIAS ACTUALIZADAS QUANTO AO ESTADO DE SAÚDE DO GUSTAVO, NA PÁGINAhttps://www.facebook.com/vamosajudarogustavo ewww.vamosajudarogustavo.com

MAIS UMA VEZ, EM MEU NOME E EM NOME DA MINHA FAMÍLIA, O NOSSO MUITO, MUITO OBRIGADO!

VAMOS CONTINUAR A SALVAR VIDAS!
CARLOS MARTINS

5ª feira de espiga, feriado em Alverca


"Quinta-feira da Espiga" é celebrado no dia da Quinta-feira da Ascensão com um passeio campestre, em que se colhe espigas de vários cereais, flores e raminhos de oliveira para formar um ramo, designado por "Espiga". Segundo a tradição o ramo deve ser colocado atrás da porta de entrada, e só deve ser substituído por um novo no dia da espiga do ano seguinte.
O raminho deve ter várias espigas de cereais e flores campestres, cada uma com seu significado:
5 - espigas de trigo: pão, alimento para os animais;
5 - espigas de cevada: alimento;
5 - malmequeres: ouro;
5 - papoilas: amor e vida;
1 - tranquinho de oliveira: azeite, paz;
1 - tranquinho de videira: vinho e alegria;

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Isto é o que se faz em Fátima...:(


Que crueldade! O ESCÂNDALO do Santuário de Fátima em relação ao abate de animais é conhecido de muitos, mas ninguém ainda conseguiu parar esta crueldade.
As ordens partem da Reitoria do Santuário, para que todos os cães que aparecem por Fátima, quer sejam adultos ou cachorros, quer tenham donos ou não, são capturados pelos seguranças e colocados na caixa que apresentamos em foto.
Esta caixa está mesmo nas traseiras do santuário, no local das oficinas. Ali ficam os cães durante algumas semanas, ao frio e à chuva de Inverno, à chapa do sol, no Verão. Sem direito a comida ou água, num espaço mínimo onde a maioria nem se consegue colocar de pé...
Existem alguns seguranças que não levam os cães capturados para este local, conseguem levar alguns para casa e adoptam-nos ou arranjam donos entre os seus vizinhos ou colegas de trabalho. Boa gente esta que sofre em ver os animais assim tratados, mas que se sente impotente com a ameaça de perderem os seus empregos.

Mas existem também dois seguranças, que violentam cruelmente os cães, com foices de podar oliveiras, dando com elas nas pernas dos cães que ficam em carne viva, a sangrar e com grandes cortes extremamente dolorosos e muitas vezes as pernas partidas. Esses cães são posteriormente levados, para esta caixa, permanecendo até que a carrinha da Câmara de Ourem tenha tempo para os vir buscar. Lá, são colocados, já muito debilitados, para abate, e são-no todos num prazo de poucos dias.
Quem nos informou, disse-nos também, que os cães que lá estão, vivem os poucos dias que lhes resta em condições extremamente miseráveis.
A Câmara Municipal de Ourém tem prometida (há demasiado tempo) a construção de um canil para recolher animais abandonados e o não abate de animais, mas como não existe interesse da Câmara nem pressão suficiente pela parte de quem abomina esta situação, para a construção do dito canil de protecção de animais perto de Fátima, vai adiando e esquecendo esta promessa e vai gastando a verba que já tinha disponível para esta construção em outras obras que lhes dão mais votos aquando das autárquicas.
A FAA soube também que existe um engenheiro que reporta directamente à reitoria do santuário, que deixa veneno (de acção ultra rápida) para matar alguns cães mais difíceis de apanhar... Não conseguimos ter acesso ao seu nome, mas sabemos que existe apenas um engenheiro com funções ligadas à área verde que circunda o santuário.
Mais grave a situação se torna de algum tempo para cá, que os cães depois de serem colocados na caixa, desaparecem antes que a carrinha da Câmara os venha buscar, ou tenha conhecimento que eles lá estão. Pensamos que são abatidos por alguns trabalhadores do santuário, porque os cães ladram á noite e podem incomodar os turistas, ou podem levantar suspeitas de maus tratos contra os animais perpetados num local "sagrado".
Não sabemos quantos animais foram mortos com a chegada do 13 de Maio e com a vinda do actual representante da Igreja Católica a Fátima, mas acreditamos que quem lá for, não vê nenhum cão, porque as ruas foram limpas, tal como é sempre feito com uma regularidade impressionante.
Esta é uma situação abominável, pela parte de quem se diz representante de Deus, não é compreensível tamanha crueldade num espaço que querem fazer sagrado e que eles próprios profanam e o sujam de morte e sangue.
Deixamos aqui o contacto do Santuário, para quem quiser mostrar a sua indignação perante esta monstruosa atitude.
Peçam para encaminhar a vossa chamada para a reitoria:
249 539 600

segunda-feira, 14 de maio de 2012

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