sexta-feira, 20 de maio de 2011

As mais valias da sopa

As mais valias da sopa

Devido ao alto teor de vegetais, fornece uma grande quantidade de vitaminas e minerais


A sopa é um prato culinário particularmente interessante, principalmente no caso das sopas de legumes e, sobretudo, quando se pretende controlar a ingestão calórica.


O facto de conter muita água e de, na maioria das vezes, ser quente provoca um efeito saciante importante, levando-nos a comer menos nos pratos seguintes da refeição.


A sopa é também para muitas pessoas a forma mais bem tolerada de ingerir legumes e hortaliças, senão mesmo a única. Tudo isto é verdade quer a sopa seja passada ou não. No entanto, quando se pretende fazer uma refeição à base de sopa ou quando pretendemos potenciar o efeito saciante da mesma, esta não deve ser passada.


Primeiro porque beber a sopa, ao contrário de mastigar a sopa, não corresponde às nossas expectativas de comida, o que nos levará a procurar algo para mastigar um pouco mais tarde, sendo quase certo que esse algo será mais calórico que um eventual segundo prato.


Segundo, porque o poder de triturar os alimentos da nossa mastigação não é tão eficiente como o de uma varinha mágica ou passe-vite e, de facto, a sopa líquida acaba por ser mais fácil e rapidamente digerida, não ficando retida no estômago tanto tempo como uma sopa não triturada, o resultado é não nos sentirmos tão cheios como seria desejável e termos fome mais cedo.


Ainda assim, como em tantas outras coisas, o excelente é inimigo do bom. Entre não comer sopa porque não está passada ou comer um creme de legumes, é melhor ficar com o último.


Porque deve comer sopa?



Enunciamos-lhe 8 razões:


1. É muito rica em antioxidantes e fibra. É pobre em gorduras, especialmente saturadas.


2. Tem baixo valor calórico e a sua confecção não gera substâncias carcinogénicas.


3. Reequilibra os níveis de água de que o organismo necessita, o que ajuda a manter a pressão arterial sob controlo.


4. Regula os níveis de colesterol no sangue.


5. Ajuda ao bom funcionamento dos intestinos.


6. É saciante devido à variedade de alimentos e nutrientes que contém, ao seu volume e à temperatura a que é consumida.


7. A canja de galinha, especialmente se for caseira, tem propriedades anti-inflamatórias e atenua as queixas associadas a uma constipação.


8. É um prato económico.






Texto: Alva Seixas Martins (nutricionista)




A responsabilidade editorial desta informação é da revista


SaberViver

Minerais antioxidantes

Minerais antioxidantes


Os alimentos que abrandam o processo de oxidação natural do organismo


À medida que os anos passam, o nosso organismo oxida. Trata-se de um processo natural do organismo. No entanto, os seus efeitos podem ser abrandados com uma alimentação cuidada, rica em fontes antioxidantes.


Os minerais, neste caso, oligoelementos, não actuam directamente, mas são necessários à produção de enzimas antioxidantes, essenciais no combate ao processo de oxidação.


É o caso da enzima superóxido desmutase, que tem elevado poder antioxidante, mas cuja produção por parte do organismo depende da existência dos seguintes minerais:


Selénio


É um mineral que, juntamente com a vitamina E e a enzima peroxidase, é capaz de evitar a formação de radicais livres. A função do selénio é actuar sobre as células e as membranas celulares evitando este mesmo processo. Desta forma, reduz-se o risco de desenvolver doenças coronárias e inflamatórias bem como tumores na pele, fígado, cólon e mama. A sua eficácia é aumentada mediante a presença das vitamina A, C e E.


Está presente em... Gérmen de trigo, alho e arroz integral, marisco, peixe, fígado de vaca, lacticínios, verduras, cebola, cogumelos e espargos.


Zinco


Potencia a acção antioxidante das vitaminas e enzimas (como o superóxido desmutase). É de extrema importância, por exemplo, para o organismo masculino devido à sua capacidade de favorecer a formação de ADN, sendo um mineral essencial para manutenção da fertilidade e da saúde genital masculina.


Está presente em... Amêndoas, nozes, avelãs, trigo integral, feijão, ervilhas, peixe, gema de ovo, salsa, fígado, enchidos, ostras, marisco, sardinhas, algas, legumes, cogumelos, cebola, alho, feijão verde e pevides.


Manganês



Tal como o zinco, participa no complexo enzimático superóxido desmutase, aumentando a capacidade antioxidante interna no organismo. Melhora a eficácia das vitaminas C e do complexo B. Tem efeitos anti-inflamatórios, benéficos em casos de tendinite, entorse, dores menstruais e artrite reumatóide.


Está presente em... Nozes, cereais integrais, sementes de girassol e de sésamo, farelo e gérmen de trigo, gema de ovo, leguminosas, hortaliça de folha verde e chá.


Cobre


Também actua enquanto co-factor da enzima superóxido desmutase, tendo um papel antioxidante por proteger as células dos efeitos tóxicos dos radicais livres. Participa na formação de enzimas, proteínas e neurotransmissores cerebrais, facilitando a fixação de cálcio e de fósforo.


Está presente em... Frango, peru, peixe, marisco, ostras, moluscos, vísceras (fígado, cérebro, rins...), cereais integrais, verduras e hortaliças (batata, cogumelos...), sementes, nozes e outro frutos secos, legumes e água potável.


Os minerais têm um forte poder antioxidante, mas não são os únicos. As vitaminas e os polifenóis são outros nutrientes que também podem ajudá-lo a combater o processo de oxidação. Para ficar a saber porque oxidamos, clique aqui.








Texto: Ana Catarina Alberto com Pedro Lôbo do Vale (médico de clínica geral e docente no mestrado de Nutrição, na Faculdade de Medicina de Lisboa)


A responsabilidade editorial desta informação é da revista


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Chá de Hortelã: Benefícios

Cha de Hortela
O hortelã pode ajudar quem pretende emagrecer, segundo pesquisa.


O Hortelã, através de suas folhas, aroma, óleo essencial e chá, funciona como um remédio herbal e foi comprovado que ele ajuda a promover a perda de peso. O aroma do hortelã pode ajuda as pessoas a perderem alguns quilos não desejados.


Um estudo da Wheeling Jesuit University, acompanhou 27 adultos durante cinco dias e descobriu que aqueles que inalavam o óleo de menta sob seu nariz a cada duas horas consumiam cerca de 350 calorias a menos por dia do que aqueles que não inalavam. Isso também serve para pessoas que mascam folhas de hortelã ou até mesmo mascam chicletes com aroma de hortelã.


O Hortelã, além de ser extremamente saudável e seguro, tem um aroma muito agradável. Um chocolate com um pouco de menta adicionado na sua composição pode ser útil para os chocólatras.


Como Fazer o Chá de Hortelã?


Para preparar o conhecido chá de hortelã, separe as folhas da erva medicinal em uma xícara de chá (você também pode aproveitar os talos do hortelã para fazer o chá). Adicione meio litro de água as folhas de hortelã e espere por cerca de 5 a 10 minutos (isso irá variar a consistência do chá). Por fim, adoce o chá com açúcar ou mel a gosto, caso queira. O chá é servido a temperatura ambiente.


Caso queira tomá-lo quente, leve as folhas juntamente com a água até que a água ferva e após isso adoce a gosto. Caso queira tomar gelado, prepare o chá e guarde na geladeira até a hora de servir.


Read more: http://www.plantasmedicinaisefitoterapia.com/cha-de-hortela-beneficios.html#ixzz1Mq15gNhc
Cancro cutâneo

Cancro cutâneo

Saiba mais sobre as doenças que ameaçam a sua pele

O melanoma é o cancro da pele cuja taxa de incidência tem vindo a aumentar de forma mais rápida, como atestam os últimos números oficiais. É também o mais grave e mortal.
Em Portugal, surgem anualmente cerca de 700 novos casos de melanoma maligno. 

Mas está, no entanto, longe de ser a única forma de cancro cutâneo a que deve estar atento.
Carcinoma baso-celular ou basalioma
É a forma mais comum de cancro da pele, representando mais de 65% do total. No nosso país, à semelhança dos países do sul da Europa, a incidência é de cerca de 67/100.000 habitantes. É um tumor localmente invasivo e recidivante mas que nunca dá metástases à distância. Apesar da baixa taxa de mortalidade global, pode originar sequelas com impacto negativo na qualidade de vida dos doentes.
Carcinoma espino-celular
É mais agressivo que o basalioma, podendo, nas formas avançadas, originar metástases e provocar a morte do doente. Surge quase sempre sobre lesões pré-existentes, nas áreas mais expostas e atinge as pessoas mais idosas, representando cerca de 23% do total de cancros da pele. A incidência no nosso país é de cerca de 17/100.000 habitantes.
Melanoma
É o cancro da pele cuja taxa de incidência tem vindo a aumentar de forma mais rápida, atingindo as pessoas adultas na sua fase mais produtiva (35/55 anos). É um tumor altamente maligno que, se não for diagnosticado e tratado a tempo, resulta numa elevada taxa de mortalidade. Felizmente, se for detectado na sua fase inicial, as probabilidades de cura são muito elevadas. No nosso país a taxa de incidência já ultrapassa os 8/100.000, ao passo que há 40 anos era inferior a 2/100.000. A incidência do melanoma no nosso país quadruplicou, assim, desde o final da década de 1970.


Texto: Fernanda Soares
Revisão científica: Jorge Cardoso (dermatologista e coordenador da Unidade de Dermatologia do British Hospital Lisbon XXI, em Lisboa)

A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista

Turismo terma

Turismo termal

A análise de um especialista sobre os benefícios desta tradição milenar

«O momento em que uma pessoa se sente melhor e mais relaxada é aquele em que começa a promover a sua saúde». As palavras são de Pedro Cantista, presidente da Sociedade Portuguesa de Hidrologia Médica e Climatologia. 

Mas o relaxamento e a evasão não são os únicos benefícios que umas férias termais lhe podem trazer. 

Este pode ser um momento único para cuidar de si como nunca. Praticar exercício, reeducar hábitos alimentares, relaxar física e psicologicamente e, até, frequentar programas anti-tabágicos são alguns exemplos de metas que pode traçar para este tipo de férias. Atreva-se a experimentar. A sua saúde agradece!

Uma tradição milenar

Se viajarmos no tempo constatamos que já nas civilizações grega e romana a ida às termas era uma prática social com benefícios terapêuticos. Actualmente,  que diferencia o termalismo de outras terapias continua a ser o recurso à água mineral natural. Esta é uma água considerada bacteriologicamente própria, de circulação profunda, com particularidades físico-químicas estáveis na origem (dentro da gama de flutuações naturais), de que resultam propriedades terapêuticas ou favoráveis à saúde. Na opinião de Pedro Cantista, o segredo do sucesso do termalismo está  na conjugação dos benefícios da água termal com factores geográficos e comportamentais. 

Estes últimos englobam não apenas a tranquilidade que rodeia a estância mas  também a cultura e gastronomia das regiões em que esta se insere. «Para percebermos isto basta pensarmos num exemplo prático. Sempre que uma equipa de jogadores de futebol vai participar numa competição importante ou iniciar um campeonato, entra em estágio, normalmente num hotel ou estância com todas as condições necessárias à concentração, relaxamento e bem-estar da equipa. É o que acontece com todas as pessoas que passam uns dias numa estância termal», conclui o especialista.
Cada tipo de água condiciona o tratamento a realizar. Eis as mais comuns em Portugal:

Águas sul fúreas 

Ricas em enxofre, são úteis no tratamento de doenças reumáticas, do foro respiratório, anemias e certas dermatoses. A sua ingestão está contra-indicada em casos de hipertensão descompensada. 

Águas bicarbonatadas 
São normalmente alcalinas e frias. Utilizam-se no tratamento de lgumas doenças do foro digestivo.

Águas sulfatadas 
Habitualmente ricas em sódio, são usadas no tratamento de problemas gástricos, dermatológicos, intestinais e na eliminação do ácido úrico.

Águas hipomineralizadas

Aplicadas em problemas do foro metabólico, como a gota ou a diabetes. Algumas são igualmente muito eficazes em patologias cutâneas 


Texto: Ana Catarina Pereira com Pedro Cantista (Presidente da Sociedade Portuguesa de Hidrologia Médica e Climatologia)

A responsabilidade editorial desta informação é da revista
 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Boa Noite - Recados e Imagens (926)

Ministra defende que Portugal é referência na OMS nos cuidados paliativos

Ministra defende que Portugal é referência na OMS nos cuidados paliativos











Presidente da APCP avançou que 90% dos doentes carecem de cuidados paliativos

A ministra da Saúde, Ana Jorge, defendeu ontem que o tratamento dos doentes paliativos no país é uma referência na Organização Mundial de Saúde (OMS) e um exemplo para outros países.
“O nosso sistema no tratamento dos doentes e prestação dos cuidados paliativos é apoiado pela OMS e é um exemplo para outros países”, disse à agência Lusa, Ana Jorge.
A ministra recusou comentar os números avançados ontem pela presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP), Isabel Neto, que avançou que cerca de 90 por cento dos milhares de pessoas que precisam de cuidados paliativos em Portugal, não os têm.
“Não tenho conhecimento dessa percentagem, 90 por cento, de doentes sem acesso aos cuidados paliativos, por isso, não vou comentar esses números”, afirmou.
“O que posso dizer é que o nosso sistema é o mais adequado, porque privilegiamos o fator proximidade, ou seja, os doentes podem fazer os tratamentos o mais próximo possível das suas residências, quer estejam em fase terminal, ou não, e por outro lado, são mantidos no seu contexto social e perto dos seus familiares”, defendeu.
Segundo a presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, o fato de os cuidados paliativos estarem integrados na rede de cuidados continuados torna o processo “demasiado burocratizado, com tempos de referenciação muito lentos, que não se compadecem com as necessidades dos doentes”.
A ministra da Saúde, por sua vez, defende que a solução não passa pela criação de uma rede de cuidados paliativos autónoma.
“Os cuidados paliativos estão muito bem integrados na rede de cuidados continuados. Temos feito um trabalho progressivo com a formação de equipas especializadas e a criação de unidades integradas”.
Ana Jorge falava à margem da inauguração da Unidade de Longa Duração e Manutenção da Cruz Vermelha Portuguesa, em Elvas (Portalegre). Antes, a ministra inaugurou a Unidade de Convalescença da Cruz Vermelha Portuguesa em Vila Viçosa (Évora).
Para debater o tema dos cuidados paliativos decorre a partir de quarta-feira o 12.º congresso europeu de cuidados paliativos, o “maior de sempre”, que juntará em Lisboa 2.500 profissionais de saúde, afirmou Isabel Neto.
O debate, no qual participarão quase 200 portugueses, será científico e vão ser apresentados diversos trabalhos de investigação, adiantou a responsável, que afirma a necessidade de combater a “ideia errada” de que prestar cuidados paliativos é fazer caridade.
O congresso irá insistir na necessidade de investimento na formação, de investimento político real e de alteração de funcionamento do atual sistema. Paralelamente pretende informar a sociedade civil e também os profissionais de saúde.


18 de maio de 2011
Fonte: Lusa/SAPO

terça-feira, 17 de maio de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Cura para o cancro cada vez mais próxima

Investigações levadas a cabo na Universidade de Alberta, Edmonton, Canada, parecem ter chegado perto de uma cura para um dos grandes males que afecta a humanidade, o cancro! Os investigadores usaram uma enzima chamada dichloroacetato (DCA) para fazer regredir muitos dos vários tipos de cancro, entre eles o cancro dos pulmões.
O dichloroacetato já é usado para tratar várias desordens do metabolismo e não tem patente, por isso torna-se uma droga bastante acessível e até pode ser misturada na água.
O que o dichloroacetato faz é re-activar as mitocôndrias das células cancerígenas, fazendo com que estas morram, provocando assim a regressão e extinção do cancro. Este é um grande passo na luta contra o cancro. A Universidade de Alberta aceita doações para continuar com a investigação, por isso não se acanhem.
fonte (link fornecida pelo cenourinha)
edit: este post foi corrigido graças aos comentários do(a) leitor(a) was. Obrigado pelos reparos.


Ler mais: http://www.webtuga.com/cura-para-o-cancro-cada-vez-mais-proxima/#ixzz1MWGyGn3y

Teste genômico identica resposta à quimioterapia e prevê sobrevida de pacienetes

14.05.2011

Ferramenta pode ser usada um dia no tratamento só com a terapia padrão ou com experimentos clínicos personalizados


Um novo teste genômico combinando várias características - estado do paciente receptor de estrógeno, resposta à terapia endócrina, resistência à quimioterapia e sensibilidade - promete oferecer um prognóstico da resposta à quimioterapia e da sobrevida para mulheres com câncer de mama invasivo, de acordo com uma pesquisa liderada pelo MD Anderson Cancer Center da University of Texas.
Os resultados, publicados na JAMA de 11 maio, também pode determinar aqueles para quem a terapia padrão por si só não pode oferecer o suficiente e/ou para os quais uma triagem clínica adequada no tratamento adjuvante poderia trazer benefícios adicionais.
"A pesquisa tem por base uma década de trabalho colaborativo no desenvolvimento de um prognosticador de quimioterapia clinicamente significativo, que, se for validado em estudos futuros, poderá orientar o tratamento para cerca de 80% das mulheres diagnosticadas com câncer de mama invasivo que são candidatas à quimioterapia", diz o Me. W. Fraser Symmans, professor no MD Anderson? s Department of Pathology.
"O teste nos ajuda a entender a resistência, a resposta à quimioterapia e, mais especificamente, como a sensibilidade à terapia endócrina impactaria um prognosticador e como se concentrar em subtipos específicos de câncer de mama - neste caso a doença de HER2 negativo estratificada pelo status do receptor de estrogênio (ER) - porque nós aprendemos que eles são muito intrinsecamente diferentes", Symmans continua.
O estudo multicêntrico arrolou 310 mulheres recém-diagnosticadas com câncer de mama invasivo (coorte descoberta) Fase II e III. Todos eram Her2 negativas e receberam o regime de quimioterapia sequencial de taxano e antraciclina, seguido por terapia endócrina, se positiva para receptor hormonal. Microarranjos de expressão gênica da coorte de descoberta foram utilizados para desenvolver diferentes assinaturas prognosticadoras da resistência e da resposta à droga. Usando as assinaturas para a resposta à terapia endócrina, para a resistência e a sensibilidade à quimioterapia, em combinação com outros prognosticadores genômicos de resposta à quimioterapia, o tratamento do câncer de mama foi prognosticado em uma coorte independente de 198 pacientes com câncer de mama com diagnóstico e tratamento semelhantes (grupo independente).
O desfecho primário do estudo foi a sobrevida livre de recidiva distante (DRFS) e a redução do risco absoluto (ARR), e a média de acompanhamento foi de três anos. Excluindo das mulheres com sensibilidade do sistema endócrino, o algoritmo teve um valor prognosticador (PPV) positivo de 56%. Nas 28% que foram prognosticadas como sensíveis ao tratamento, a sua DRFS de três anos foi de 92%, o ARR foi de 18% e tiveram uma redução de cinco vezes do risco de recorrência distante.
Quando analisadas pelo estado do ER, a sensibilidade do tratamento foi prognosticada em 30% das mulheres ER-positivas e em 26% daquelas que eram ER-negativas. Aos três anos de acompanhamento, a DRFS e o ARR foram de 97% e 11%, respectivamente, na coorte de ER-positivas, em comparação com 83% e 26%, respectivamente, na coorte de ER-negativas.
"Do ponto de vista terapêutico, sabemos que o tratamento que uma paciente recebe no momento do diagnóstico inicial oferece a maior chance de cura. Ao mesmo tempo, temos muitos ensaios clínicos possíveis com novos terapêuticos e agentes específicos para o câncer de mama. Atualmente, nós ainda não temos certeza sobre quais podem ser curados com quimioterapia e quais também poderiam se beneficiar destas novas terapias", disseram o Me. Lajos Pusztai, professor no Departamento de Oncologia Médica da Mama e um dos autores do estudo.
Se validados em estudos futuros, esses resultados poderiam ser usados como um porteiro do tratamento, explica Pusztai, orientando as mulheres e seus médicos, ao confirmar a seleção de quimioterapia padrão ou, para aquelas com maior risco de recorrência, uma triagem clínica potencialmente terapêutica na configuração adjuvante, a partir da qual eles podem ganhar ainda mais benefícios clínicos.


RETIRADO:  iSaúde.net

Boa segunda feira :o)


BEIJINHOS

domingo, 15 de maio de 2011

Tenha cuidado com o sol



Todos os anos, surgem em Portugal dez mil novos cancros da pele, provocados por exposições solares excessivas. A propósito do Dia Europeu do Melanoma, que se assinala a 13 de Maio, (re)descubra todos os cuidados que deve ter para não figurar nas estatísticas dos próximos anos




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LER AQUI: ver maishttp://mulher.sapo.pt/dossiers/?catg=XzX88089

Fui á praia :p




Hoje fui á praia, foi pouco tempo, mas soube bem!
 Não me despi mas molhei os pés e a água estava maravilhosa :O) o mê Kim que é home prevenido levou calção de banho e foi a banhos.
Tenham uma boa noite e beijinhos
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