sábado, 26 de março de 2011

Guia para o auto-exame da mama

Guia para o auto-exame da mama

É um cuidado simples que pode salvar a sua vida. Saiba como e quando o deve fazer

A prevenção é fundamental quando se pretende evitar qualquer dor ou doença da mama.

O auto-exame é a forma mais simples de detectar tumores nas fases iniciais e só demora alguns minutos.

Quando efectuar o auto-exame
- Se for menstruada, faça-o uma semana após acabar o fluxo, porque as mamas estão menos tensas e consequentemente mais fáceis de palpar e detectar qualquer alteração.

- Se já não for menstruada, escolha um dia certo do mês para fazer o exame, sempre no mesmo dia, para manter uma periodicidade mensal.

O auto-exame pode ser feito durante o duche, uma vez que o sabão facilita a palpação da mama. Esta deve ser feita percorrendo as mama e axilas com a polpa dos dos dedos, evitando as suas pontas ou unhas. Fazendo movimentos circulares, procure identificar nódulos ou outras alterações.
Atenção: este exame não substitui a visita regular ao seu médico. Perante qualquer alteração, deverá consultá-lo. Ele saberá aconselhá-la e indicar-lhe os exames adequados.
Auto-exame passo a passo
1. Coloque-se em frente de um espelho e observe a forma, a simetria, a cor e a textura da pele das mamas. Compare-as e veja se há alterações nos mamilos ou «covas na pele».

2. Levante os braços, coloque as mãos sobre a cabeça e verifique se aparece alguma assimetria ou «repuxamento».

3. Aperte suavemente os mamilos e veja se sai alguma secrecção. A saída de líquido só de um mamilo e apenas por um orifício é um sinal de alerta.

4. Deite-se e ponha uma pequena almofada por baixo das costas do lado que vai examinar. Coloque o braço debaixo da nuca e palpe a mama com a mão oposta. Procure identificar nódulos ou outras alterações. Repita este passo para a outra mama.

Fonte: 34 Copa B - Guia prático sobre a mama, a saúde e a sexualidade, Ana Paula Avillez (médica imagiologista especialista em Senologia), editora Academia do Livro

Gripe

Gripe

O repouso é a melhor resposta para acabar com ela

A gripe designa uma doença infecciosa aguda produzida pelo vírus influenza, que afecta sobretudo o sistema respiratório, tanto nas vias superiores como nas inferiores.

Às vezes, o aparelho digestivo também se vê implicado, surgindo alguns transtornos.

Este vírus tem a particularidade de ser de muito fácil mutação, pelo que as vacinas têm de ser reformuladas todos os anos.


Causas

O vírus Influenza é facilmente transmissível através da tosse, espirros e contacto com objectos infectados. O vírus reproduz-se a cada quatro a seis horas; depois fica livre no corpo para infectar outras células.

Sintomas

Febre brusca, com uma temperatura igual ou superior a 39º, dificuldade respiratória, dores no corpo, mal-estar generalizado, tosse irritativa e dor de garganta.

Tratamentos


O mais eficaz é o repouso absoluto e beber grandes quantidades de líquidos. Descansar e dormir garantem que o corpo recupera as suas energias e o doente possa voltar, gradualmente, à sua actividade quotidiana. Também existem alguns medicamentos que ajudam a aliviar os sintomas.

Previna-se

1. Até ao final do Inverno a probabilidade de apanhar gripe ainda é grande, pelo que se faz parte dos grupos de risco (idosos, pessoas com problemas respiratórios) e ainda não se vacinou, deve fazê-lo.

2. Lave bem as mãos depois de tocar noutras pessoas ou objectos contaminados.

3. Ingira muita vitamina C, presente sobretudo nos cítricos: frescos ou em sumo natural.

4. O mel pode ajudar a aliviar as dores de garganta.


A responsabilidade editorial desta informação é da revista
 

Prevalência da dor crónica preocupa especialistas

Estado e doentes gastam 3 mil milhões de euros por ano

A dor crónica é um problema de grande magnitude, devido à elevada prevalência e impacto individual, social e económico, alertaram os especialistas à margem do workshop  “Dor Crónica – O Impacto Socioeconómico” que contou com o patrocínio científico da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) e apoio da Grünenthal.
Os especialistas concluíram que a inexistência de uma rede de referenciação, as insuficiências no diagnóstico e a falta de formação dos profissionais de saúde, na área específica da dor, são possíveis justificações para a elevada prevalência da dor crónica em Portugal.
A resignação da população e dos profissionais de saúde, assim como a desvalorização do fenómeno da dor, são também factores que contribuem para que 30 por cento dos portugueses sofra de dor crónica.
Duarte Correia, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor, adianta que “O Programa Nacional de Controlo da Dor, promovido pela Direcção-Geral da Saúde, tem contribuído para a avaliação desta situação preocupante no nosso país, e a sua  completa e total  implementação terá um impacto  extremamente positivo na melhoria dos cuidados de saúde relativos à dor, quer ao nível do diagnóstico quer ao nível do tratamento.  O contributo da APED e de todos os profissionais de saúde que se dedicam ao tratamento da dor será decisivo na diminuição da magnitude deste grave problema de saúde pública”.
Para reduzir o impacto da dor crónica, em Portugal, os especialistas concluíram que é necessário melhorar a acessibilidade aos cuidados de saúde com a criação de uma rede de referenciação em dor crónica; melhorar a avaliação e tratamento da dor, prevenindo a sua cronicidade e promover estilos de vida saudáveis como forma de prevenção primária.
A dor crónica é caracterizada como uma dor persistente ou recorrente, de duração igual ou superior a três meses e/ou que persiste para além da cura da lesão que lhe deu origem.
A lombalgia crónica, a osteoartrose, as cefaleias e a artrite reumatóide são algumas das causas mais frequentes de dor crónica. Se a dor não for adequadamente tratada, a qualidade de vida das pessoas está gravemente afectada, podendo em muitos casos conduzir à incapacidade para o trabalho.

25 de março de 2011
Fonte: LPM Comunicação

quarta-feira, 23 de março de 2011

Hoje faleceu Elizabeth Taylor

Elizabeth Taylor: Morreu uma das últimas divas do cinema
"Cleópatra" foi um dos papéis mais marcantes de Elizabeth Taylor
Foto: DR

Elizabeth Taylor: Morreu uma das últimas divas do cinema

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Elizabeth Taylor morreu esta quarta-feira, em Los Angeles. A actriz estava internada há um mês e meio, com problemas de insuficiência cardíaca.
Aos 79 anos, Elizabeth Taylor morreu internada no hospital Cedars-Sinai, em Los Angeles, rodeada por familiares. Embora os problemas cardíacos da actriz fossem conhecidos, a causa da morte ainda não foi anunciada.
A actriz, que começou a carreira aos 10 anos, recebeu dois Óscares pelos papéis nos filmes “Quem tem medo de Virginia Woolf" (1967) e "Butterfly 8" (1961). Foi ainda nomeada pela Academia mais três vezes.
A vida privada da protagonista de "Cleópatra" (1963) foi muito falada devido aos seus sete casamentos. Várias celebridades, nomeadamente Ricky Martin e Kylie Minogue, têm prestado homenagem à actriz no Twitter.
A família já comunicou que o funeral vai ser privado e que deve acontecer no final da semana.
(retirado da net)

Ontem faleceu Artur Agostinho

O comunicador foi homenageado com o Prémio Mérito e Excelência nos Globos de Ouro do ano passado
O comunicador foi homenageado com o Prémio Mérito e Excelência nos Globos de Ouro do ano passado
É fácil confundir a biografia de Artur Agostinho com a história da rádio em Portugal. Ou com a história do futebol. Ou da televisão. Ou do cinema. Primeiro, foi locutor amador, num tempo em que a televisão ainda não existia. Depois, com 25 anos, entrou para a Emissora Nacional.

Na rádio, Artur Agostinho foi responsável pelo arranque do jornalismo desportivo. Tornou-se voz inconfundível nos relatos de futebol. Foi através dele que chegaram aos portugueses os golos de Eusébio no Mundial-1966. E sempre que havia algum desaire com a selecção nacional, até as pedras da calçada choravam. "Era como se se tivesse abatido sobre o povo português a pior das tragédias", recorda Ribeiro Cristóvão, jornalista da Rádio Renascença (RR), com quem Artur Agostinho trabalhou nos primórdios do desporto da RR, entre 1980 e 1983.

Artur Agostinho tinha acabado de regressar a Portugal, a seguir a um exílio de quatro anos no Brasil, depois de ter sido preso, a seguir ao 25 de Abril, acusado de compactuar com o antigo regime.

No Brasil, deu aulas, dirigiu um jornal português e entrou para a Rádio Globo, de onde trouxe uma nova maneira de fazer jornalismo desportivo. Foi ele quem importou, por exemplo, a moda dosanúncios cantados aos comentadores. "Ainda não existia o jornalismo desportivo na Renascença, pelo menos de forma autónoma. Foi aí que surgiu o "Bola Branca" e passámos a ser a rádio mais ouvida. A certa altura, ele foi a rádio", acrescenta Ribeiro Cristóvão. Pelo meio, Artur Agostinho ainda deixou uma marca inconfundível nos relatos da Volta a Portugal em bicicleta.

Do desporto, passou à informação. Da informação passou ao teatro na rádio. Da rádio, passou à televisão. Tornou-se figura assídua nos ecrãs nacionais desde o começo das transmissões, em 1957. Foi comentador, apresentou o primeiro concurso português - "Quem Sabe, Sabe" - e foi actor em séries como "Ana e os Sete" (2003) ou "Casa da Saudade" (2000). Antes, fez dupla com Camilo de Oliveira na série "O Senhor que se Segue". Da televisão, Artur Agostinho passou ao cinema. Contracenou com Amália no filme "Capas Negras" (1947). Mas do currículo de actor constam ainda filmes como "O Leão da Estrela" (1947) ou "Cantiga da Rua" (1950), entre outros - em que contracenou com Laura Alves, Milú ou António Silva. Mais tarde, daria continuidade à carreira de actor com participações em novelas.

Pelo meio, Artur Agostinho ainda teve tempo para "amar" o Sporting e dirigir o jornal "Record", entre 1963 e 1974. "A família sportinguista está mais pobre", referia ontem uma nota da Associação de Adeptos Sportinguistas, que classificava Artur Agostinho como "um dos mais emblemáticos sportinguistas de todos os tempos". Já António Magalhães, director-adjunto do "Record", sublinhava, à Lusa, a tenacidade do comunicador: "Nunca perdeu o espírito jornalístico que o lançou na área", disse. Além de tudo, o radialista ainda escreveu vários livros, como os romances"Ninguém morre duas vezes", "Abutres" ou "Bela, Riquíssima e, além disso, viúva".

Artur Agostinho, que foi entrevistado há duas semanas por Manuel Luís Goucha, foi homenageado no ano passado na XV edição dos Globos de Ouro da SIC com o Prémio Mérito e Excelência. Em Dezembro, três dias depois de fazer 90 anos, recebeu, das mãos de Cavaco Silva, a comenda daOrdem Militar de Sant''Iago da Espada. Artur Agostinho comemorava então 72 anos de carreira - sempre dividido entre a "família da comunicação social" e os "rapazes do futebol". No final, no Palácio de Belém, deixou um recado aos amigos do Facebook: pediu desculpa por não poder "passar o tempo todo" a falar na internet. Sobre a vida e a carreira, limitou-se a dizer: "Não tenho reclamações a fazer." Afinal, fez sempre tudo o que gostou.

Artur Agostinho morreu ontem, aos 90 anos, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa - a mesma cidade onde nasceu, no dia de Natal de 1920. Hoje, às 14h15, realiza-se uma missa de corpo presente na igreja S. João de Deus, seguida do funeral, que sairá para o cemitério de Benfica.
(retirado da net)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Ser Poeta























Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

                                   Florbela Espanca

Dia mundial da Árvore e da poesia

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